28 de outubro de 2009

Na Saída Do Bar

O pneu furou
O carro derrapou
Capotaram várias vezes
Até parar no terreno abandonado

O velocímetro trancou
O relógio parou
Agora marcam para sempre
A hora e a imprudência do fato consumado

Hoje,
Um punhado de flores
Deixadas perto do muro
Tenta desesperadamente a todos alertar

Mas os carros
E seus donos esquecidos
Bebem mais do que o devido
E passam rápido demais para notar

2 comentários:

Felipe A. Carriço disse...

Do jeito que as coisas vão ultimamente, nem se andassem vagarosamente notariam.

Anônimo disse...

Poemas no ônibus!